quinta-feira, 23 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Somente o necessário, o extraordinário é demais...

As pessoas não deveriam ter mais do que o necessário na vida. Tanta coisa pra administrar causa cegueira e uma insatisfação incurável.
O negócio é redescobrir as coisas que faziamos antes da internet, do telefone, da tv a cabo. Deixar de ser habitual, cotidiano.
Experimentar.... isso sim! Se atrever a ir fundo nas paixões, mesmo que sejam eternas só enquanto durarem.
Sair na rua e olhar pra cima... ver o céu todos os dias. Olhar em todas as direções pra saber das coisas que estavam sempre lá mas nunca tinhamos reparado antes. Descobrir uma nova cidade.
Ir à feira! Humm..... sentir os cheiros, encher os olhos com cores até derramar.
E visitar pelo menos dois amigos por semana.
Ler.
Ouvir.
Plantar.
A tecnologia tornou as pessoas frias e distantes. Todos conectados - que maravilha! -
....mas todos sozinhos no mundo, cada um com seu cada um [e só].
Bem no fundo, tudo o que o corpo e a alma querem é um abraço quente e confortável. Querem se lembrar do quanto era bom ser criança e brincar na terra.
E pra quem nunca bricou na terra... meus sentimentos!
Atreva-se!
Larissa de Paula.
O negócio é redescobrir as coisas que faziamos antes da internet, do telefone, da tv a cabo. Deixar de ser habitual, cotidiano.
Experimentar.... isso sim! Se atrever a ir fundo nas paixões, mesmo que sejam eternas só enquanto durarem.
Sair na rua e olhar pra cima... ver o céu todos os dias. Olhar em todas as direções pra saber das coisas que estavam sempre lá mas nunca tinhamos reparado antes. Descobrir uma nova cidade.
Ir à feira! Humm..... sentir os cheiros, encher os olhos com cores até derramar.
E visitar pelo menos dois amigos por semana.
Ler.
Ouvir.
Plantar.
A tecnologia tornou as pessoas frias e distantes. Todos conectados - que maravilha! -
....mas todos sozinhos no mundo, cada um com seu cada um [e só].
Bem no fundo, tudo o que o corpo e a alma querem é um abraço quente e confortável. Querem se lembrar do quanto era bom ser criança e brincar na terra.
E pra quem nunca bricou na terra... meus sentimentos!
Atreva-se!
Larissa de Paula.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
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